Locke foi um importante teórico que muito contribuiu para o avanço da Ciência em geral

Marcos Pereira dos Santos (*)

À guisa de esclarecimento inicial, faz-se mister informar aos(às) estimados(as) leitores(as) que este breve ensaio científico, de viés analítico crítico-reflexivo, se configura como sendo o produto final (porém sujeito a possíveis adequações, complementações, ampliações, reformulações, elogios e críticas construtivas) de um trabalho avaliativo originalmente desenvolvido e apresentado pelo autor supra aludido ao Curso de Licenciatura em Filosofia da Faculdade Entre Rios do Piauí (FAERPI) Ao concebermos que tal temática merece uma discussão teórica minuciosa e mais aprofundada, optamos então por elaborar um ensaio científico, o qual ora torna-se de acesso e domínio público (**).

Marcos Pereira dos Santos (*)

professor fundamentalEm sentido pedagógico, pode-se dizer que a figura do professor como principal agente responsável pela instrução, pelo ensino, pela educação escolar e pela condução do processo educativo está presente na história da humanidade desde a Grécia antiga, com o aparecimento do escravo pedagogo que tinha, inicialmente, segundo Ghiraldelli Júnior (1991, p.8), a função precípua de “conduzir as crianças aos locais de estudo, onde deveriam receber instruções de seus preceptores”. Cabia a ele a tarefa de levar as crianças até os locais do conhecimento, às fontes do saber. O escravo pedagogo, até então, exercia apenas a atividade de condutor de crianças, e não de instrutor propriamente dito. Essa segunda etapa ficava por conta do preceptor.

Medo, calafrio e angústia são, por exemplo, as reações psicológicas mais comuns

Marcos Pereira dos Santos (*)

estudo6Dentre todos os trabalhos acadêmicos requisitados pelos professores no ensino superior (resumos, resenhas, fichamentos, papers, ensaios e artigos científicos, relatórios de pesquisa e de estágio curricular supervisionado, informes científicos etc.), o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ainda tem se configurado como uma “pedra de tropeço”, um “bicho de sete cabeças” (PESSOA, 2005) na vida acadêmica de muitos estudantes universitários.

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