Muitas realizações: há necessidade real disso?

Alvaro Fernando (*)

O primeiro mês de 2016 está encerrado e você ainda se lembra dos desejos de começo de ano? Anestesiada a excitação da virada, como ficaram registradas em você todas aquelas mensagens recebidas? Compartilho algumas que recebi por WhatsApp: “que todos os desejos sejam realizados”, “um lindo e alegre ciclo de vida”, “todo o sucesso do mundo”, “que cada vez mais seus sonhos venham a se realizar” e “saúde, paz, dinheiro, música, viagens e tudo de melhor”, entre outras.

Locke foi um importante teórico que muito contribuiu para o avanço da Ciência em geral

Marcos Pereira dos Santos (*)

À guisa de esclarecimento inicial, faz-se mister informar aos(às) estimados(as) leitores(as) que este breve ensaio científico, de viés analítico crítico-reflexivo, se configura como sendo o produto final (porém sujeito a possíveis adequações, complementações, ampliações, reformulações, elogios e críticas construtivas) de um trabalho avaliativo originalmente desenvolvido e apresentado pelo autor supra aludido ao Curso de Licenciatura em Filosofia da Faculdade Entre Rios do Piauí (FAERPI) Ao concebermos que tal temática merece uma discussão teórica minuciosa e mais aprofundada, optamos então por elaborar um ensaio científico, o qual ora torna-se de acesso e domínio público (**).

Marcos Pereira dos Santos (*)

professor fundamentalEm sentido pedagógico, pode-se dizer que a figura do professor como principal agente responsável pela instrução, pelo ensino, pela educação escolar e pela condução do processo educativo está presente na história da humanidade desde a Grécia antiga, com o aparecimento do escravo pedagogo que tinha, inicialmente, segundo Ghiraldelli Júnior (1991, p.8), a função precípua de “conduzir as crianças aos locais de estudo, onde deveriam receber instruções de seus preceptores”. Cabia a ele a tarefa de levar as crianças até os locais do conhecimento, às fontes do saber. O escravo pedagogo, até então, exercia apenas a atividade de condutor de crianças, e não de instrutor propriamente dito. Essa segunda etapa ficava por conta do preceptor.

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