Uma família colombiana que sofre com a alta incidência do Mal de Alzheimer pode ajudar os cientistas a desenvolverem drogas ou a cura da doença. O médico Francisco Lopera, da Universidade de Antioquia, Medellín, foi quem identificou a família ainda nos anos 1980. Ele montou a árvore genealógica da família e isolou o gene responsável pela mutação genética associada à ocorrência prematura do Mal de Alzheimer. Se o pai ou a mãe tem esse gene, as chances de que o filho do casal carregue o gene é de 50%. O Banner Institute, que fica em Phoenix, no estado do Arizona (EUA), é líder mundial em pesquisas neurológicas e vai testar uma droga experimental na família colombiana. A droga ataca a placa neural que se forma no cérebro dos pacientes com Alzheimer. Não se sabe ainda se a placa é causa ou efeito da doença, mas a família é considerada um laboratório natural para o estudo da doença  por possibilitar testes em pessoas ainda saudáveis apesar de possuírem o gene.

Fonte: BBC Brasil

altA Universidade de Calgary, localizada em Toronto, Canadá,  desenvolveu um aplicativo para iPhone que permite diagnosticar derrames cerebrais com a exatidão de um laboratório. Com o nome de ResolutionMD Mobile, o aplicativo pode ser usado também em aparelhos celulares que possuam o sistema operacional Android. O médico Ross Mitchell, que desenvolveu o aplicativo, afirmou em comunicado que “o aplicativo permite uma visualização avançada” e as pesquisas mostram que a exatidão das imagens fica em torno de 94% e 100%, o que pode ser muito útil para pacientes que estejam em lugares distantes de um centro médico. O aplicativo realiza o trabalho e médicos analisam as imagens em segundos. A médica Mayank Goyal, também da Universidade de Calgary, realizou uma experiência onde dois neurologistas analisaram exames de tomografia em um laboratório e em um iPhone. “Fomos surpreendidos pela capacidade de detectar dados sutis no CTA (tomografia computadorizada) utilizando esse software”, afirma Goyal.

 Um estudo publicado na revista Cell Transplation afirma que a primeira linhagem de células-tronco brasileira tem pouca afinidade genética com a população do Brasil. A linhagem recebeu o nome de BR-1 foi criada em 2008 pela equipe da pesquisadora Lygia da Veiga Pereira, do Instituto de Biociências da USP. A equipe analisou a compatibilidade da BR-1 com amostras do Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), banco de dados que oferece uma boa quantidade da variedade genética do país. O estudo não verificou qualquer compatibilidade entre os materiais. Linhagens de células-tronco dos Estados Unidos e de Cingapura apresentam maior correspondência com a população brasileira. Lygia explica que o material para a BR-1 veio de embriões de clínicas particulares de reprodução assistida. Normalmente são clínicas utilizadas por casais de situação econômica confortável e ascendência europeia, fato que restringe a representatividade genética da linhagem.

Uma equipe de cientistas do Reino Unido, Japão e Estados Unidos anunciou que podem desenvolver uma simples injeção que evite consequências sérias ou até mesmo o óbito em casos de infarto e derrame. O estudo com animais mostra que uma injeção de anticorpos pode interromper o processo molecular que leva à destruição de órgãos e tecidos, resultando em danos menores.

O médico e pesquisador Marcelo Britto Passos Amato, do laboratório de Pneumologia Experimental da Faculdade de Medicina da USP, recebeu o Prêmio Peter Muranyi 2011 por seu trabalho intitulado Estratégias inovadoras para redução da morbi/mortalidade em UTI e ventilação artificial: criação e desenvolvimento da tomografia por impedância elétrica. Amato recebeu o prêmio das mãos de Glaucius Oliva, presidente do CNPq, por seu tomógrafo por impedância elétrica, que permite fazer 50 imagens por segundo dos pulmões de pacientes submetidos à respiração artificial.

O curso de Enfermagem da Universidade de Guarulhos atende o público na V Campanha de Prevenção do Câncer de Colo de Útero e de Mama. Entre 4 de abril e 31 de maio. Os interessados no atendimento devem agendar horário pelo telefone (11) 2464.1188 nos períodos manhã e noite.

Fonte: www.ung.br