A Fapesp e o Instituto Nacional de Saúde e da Pesquisa Médica, da França, mantém acordo de cooperação em pesquisas e divulgam a lista de projetos aprovados para receber apoios como viagens e estágios. Os projetos serão realizados por equipes francesas e brasileiras pelo prazo máximo de dois anos. Veja aqui os aprovados para o Biênio 2011-2012.

Fonte: www.fapesp.br

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou que irá solicitar aos reitores agilidade no processo de revalidação dos diplomas de cursos realizados em universidades estrangeiras. A declaração foi feita na Universidade de Coimbra, quando o ministro foi abordado por estudantes brasileiros que reclamavam da demora no processo nas universidades brasileiras. O ministro esclareceu que o trâmite é demorado porque o currículo deve ser avaliado e, no caso de dúvida em relação ao conteúdo programático, a universidade pode exigir novas avaliações. Porém, o ministro concordou que o processo pode ser mais rápido, complementando que talvez sejam necessárias mudanças na legislação atual. Hoje em dia as universidades têm um prazo de seis meses a partir da data de abertura do processo para se pronunciar.

Fonte: www.mec.gov.br

Os alunos da primeira turma da Universidade Estadual do Amapá (Ueap) foram informados de que deveriam adiar a cerimônia de colação de grau porque a Ueap ainda não tem reconhecimento do MEC nem do Conselho Estadual de Educação (CEE). Segundo a universidade, o problema acontece pois o Estado não tem experiência em validar cursos superiores. A Ueap é a primeira instituição estadual de ensino superior do Amapá. O processo de reconhecimento é lento porque o CEE é obrigado a recorrer aos especialistas de outros estados para avaliar o curso. Como consequência dessa demora, a universidade não é reconhecida pelo MEC, portanto não tem direito aos recursos federais, e seus alunos não podem prestar concursos ou fazer pós-graduação em outras instituições, pois precisam do termo de colação de grau. A universidade funciona há cinco anos e nunca fez nenhum concurso público para contratação de professores. Os profissionais são temporários ou cedidos pelo Estado.

Fonte: www.uol.com.br

O professor Ephraim Ferreira Alves, de 70 anos, teve seu pedido para integrar o corpo docente do Estado do Rio de Janeiro negado pela 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça daquele Estado. O professor alegou em sua defesa a melhora na saúde e o aumento da expectativa de vida do brasileiro, porém a desembargadora Conceição Mousnier citou a Constituição Federal para negar o pedido. A magistrada elogiou a conduta do docente, mas lembrou que a aposentadoria é compulsória ao servidor público que completa 70 anos.

Fonte: www.ultimainstancia.uol.com.br

O senado deve votar, no início de abril, a proposta de emenda à Constituição que torna obrigatório o diploma de jornalista para o exercício da profissão. O relator da matéria, Inácio Arruda (PCdoB-CE), reuniu-se com o presidente da Fenaj (Federação Nacional de Jornalistas), Celso Schroederl,e também com uma comissão de representantes da classe. Para o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), a questão já foi conversada com líderes de partidos, contudo o senador acha importante a conversa de representantes dos jornalistas com outros senadores, de modo a garantir a aprovação da proposta de emenda. O fim da obrigatoriedade do diploma para jornalistas aconteceu em 2009 pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: www.uol.com.br

O governo britânico anunciou novas medidas para limitar a concessão de visto de estudante. Segundo a secretária do interior, Theresa May, o objetivo é fechar instituições de ensino fraudulentas e limitar a entrada no país de quem não tem fluência no idioma. Entre outras iniciativas, o governo britânico pretende diminuir as horas trabalho permitidas aos estudantes, exigir que os estrangeiros sejam fluentes em inglês e diminuir o tempo que os estudantes podem continuar no país depois do término do curso. O governo espera uma diminuição na ordem de 25% no número de vistos concedidos. Para as autoridades essas medidas não devem afetar alunos de grandes universidades como Oxford e Cambridge.

Fonte: www.uol.com.br