Reprodução parcial do artigo da Professora Maria Helena: Nossos ancestrais e as bebidas no decorrer dos milênios (*)

A história do mundo pode ser contada e entendida através das bebidas que foram criadas ou descobertas no decorrer dos milênios.

chopp20141005 122340A cerveja é uma das bebidas mais antigas do mundo e percorreu um longo caminho até os dias de hoje. Sua história confunde-se com a da própria civilização e está profundamente ligada ao domínio da agricultura e à fabricação de pão, pois começou com a produção doméstica de cereais.

A cerveja não foi inventada e sim descoberta, e os primeiros indícios de sua fabricação foram encontrados na Mesopotâmia, atual Oriente Médio. Em 3.500 a.C., entre os rios Tigres e Eufrates, nossos ancestrais já consumiam um líquido alcoólico resultante da fermentação de cereais misturados em água.

No Egito, a cerveja passou a ser produzida em larga escala. Construtores das pirâmides eram recompensados com a bebida após o trabalho. Um papiro, datado de 1.000 a.C., falava de dois tipos: Dizythum (mais forte) e Busa (mais fraca).

Bebidas alcoólicas elaboradas com a fermentação de cereais e outras plantas também eram conhecidas em outras partes do mundo. Na África, usavam o sorgo e o milheto. Os chineses, por sua vez, faziam cerveja de arroz. Já os índios brasileiros fermentavam mandioca.

Imensa fonte de prazer, o ato de comer e beber, desde a antiguidade, foi relacionado com as celebrações, num mundo onde a religiosidade relacionava-se intimamente com a vida cotidiana, comemorar ou “bebemorar” eram formas de cultuar os deuses e celebrar a vida.

Leia o texto completo no link da Professora Maria Helena.

(*) Maria Helena Magalhães Sarmento Afonso é mestre em Comunicação, com pós-graduação em Sucesso Empresarial e Marketing Internacional e cursos de extensão em Marketing e Comércio Exterior na FGV. Coach certificada pela Integrated Coaching Institute. Diversos cursos no exterior sobre temas internacionais e interculturais. Palestrante internacional, professora de pós-graduação da Universidade Mackenzie e diretora da DBI Foreign Trade.