Embora ambas sejam da área de saúde, a terapia ocupacional é diferente da fisioterapia

 

Muitas pessoas desconhecem a profissão de Terapia Ocupacional. Além disso, também a confundem com a Fisioterapia, acreditando que uma possa substituir a outra. Contudo, essas profissões são diferentes, apesar de serem da área da saúde e necessitar de formação em nível superior.

 

O Terapeuta Ocupacional trabalha com atividades humanas, planejando e organizando o cotidiano dos pacientes, possibilitando melhor qualidade de vida. Enquanto o Fisioterapeuta auxilia na prevenção/recuperação de áreas lesadas por meio de atividades.

 

“Esse profissional tem a sua rotina relacionada ao desenvolvimento com o objetivo de elevar o grau de independência e de autonomia dos pacientes, na recuperação em ações de auto-cuidado ou interação social, como, por exemplo: levar alimentos à boca, dirigir um automóvel, entre outros”, afirma Raphael Caetano, Membro Diretivo do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Estado do Rio de Janeiro (SINFITO-RJ).

 

Os profissionais podem atuar por meio do Sistema Único de Assistência Social ou no setor privado, e a média salarial é a partir de R$ 2 mil, segundo o SINTITO-RJ. “A Terapia Ocupacional é uma das áreas mais abrangentes da saúde, sendo os seus trabalhos complementares aos demais tratamentos. O profissional atua na prevenção, na cura e na reabilitação do paciente atingido por diversas doenças, desde recém-nascidos e crianças até adultos e idosos”, explica Diego Torres, Presidente do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Estado do Rio de Janeiro.

 

Como é um curso de Terapia Ocupacional

 

O curso de Terapia Ocupacional dura quatro anos e mescla disciplinas da área da Saúde, como anatomia, fisiologia e biologia, e das Ciências Humanas e Sociais. Além das aulas teóricas, é necessário fazer estágio obrigatório em comunidades, hospitais, centros de saúde, asilos ou centros de reabilitação.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa do SINTITO-RJ