Atualização sobre avaliação econômica e cálculo do valor justo
75ª. edição – outubro de 2018.

 Artigos de responsabilidade de Wulaia Consultoria*

 

Atualização sobre avaliação econômica e cálculo do valor justo

74ª. edição – setembro de 2018

Artigo de responsabilidade de Wulaia Consultoria*

Atualização sobre avaliação econômica e cálculo do valor justo

73ª. edição – agosto de 2018

Artigo de responsabilidade da Wulaia Consultoria*

 

Qual o impacto dos programas de pagamento baseado em opções em uma avaliação?

A edição mais recente do Business Valuation Review - volume 37(2) traz um artigo que trata essa questão

É comum no mercado as empresas oferecerem aos seus profissionais planos de pagamento baseados em opções de ações em diversos formatos. Esses planos têm o objetivo de atrair e reter profissionais ao permitir o compartilhamento do sucesso do negócio. Esses mecanismos são amplamente conhecidos no mercado brasileiro, tanto nas empresas de capital aberto, como em empresas menores, em particular as “start-ups”.

A regra contábil apresentada no CPC 10 (R1) – pagamento baseado em ações estabelece que o valor justo desses instrumentos deve ser calculado e o montante total obtido lançado em despesas dos exercícios correspondentes. Tais despesas não representam saída de caixa e, futuramente, as opções poderão ser convertidas em ações por meio de aumento de capital ou outra forma de liquidação.

O profissional de avaliação deve estar atento aos programas dessa natureza quando realizar a análise de uma empresa. O foco de atenção deve levar em conta pelo menos os seguintes fatores:

  1. Identificar como a despesa relacionada ao plano está tratada no EBITDA. Por se tratar de uma despesa sem efeito imediato no caixa, não deve ser incluída no fluxo de caixa.
  2. Entender o plano de opções para identificar a forma de liquidação e verificar eventuais entradas e saídas futuras de caixa para incluí-las corretamente na projeção.
  3. Verificar o efeito de diluição, caso seja necessário calcular o valor por ação.

O foco principal do artigo é o cálculo do efeito da diluição no valor da ação. Afinal, não basta simplesmente dividir o valor justo do patrimônio líquido pelo número de ações somado ao número de opções. É preciso verificar a expectativa de exercício da opção e demais regras do plano.

Em alguns casos o efeito pode ser relevante, em especial, nas “start-ups”.

 

Avaliação na imprensa

Em agosto, a avaliação como profissão teve destaque em diversos jornais.

O  jornal Valor Econômico publicou que a Associação de Investidores no Mercado de Capital (AMEC) enviou para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), correspondência recomendando que essa entidade passe a supervisionar e fiscalizar os profissionais de avaliação no âmbito do mercado de capitais.

Já o Wall Street Journal (WSJ) traz uma matéria sobre a certificação do profissional de avaliação nos Estados Unidos, pois está ocorrendo naquele país um forte debate envolvendo o Instituto de Contadores (AICPA) e seus membros. O AICPA possui uma credencial de avaliação ABV - Accredited in Business Valuation que, até então, só era possível ser obtida por contadores (CPA). O mercado de avaliação para registro contábil e fiscal está estimado em US$4 bilhões por ano nos Estados Unidos, segundo o WSJ. O AICPA, de olho neste mercado, abriu a credencial para qualquer profissional de avaliação que cumprir as exigências e passar nas provas. Os contadores detentores dessa credencial ficaram furiosos com a perda da “reserva de mercado” e estão em pé de guerra com a instituição.

Cabe destacar que a principal credencial de avaliação naquele pais é administrada pela American Society of Appraisers (ASA) e é aberta a todos os profissionais que atendam às exigências e passem nas provas. No Brasil, temos pelo menos quatro profissionais que possuem a designação ASA para avaliação econômica e cerca de dez que possuem a designação para avaliação de ativo fixo.

Importante, ainda, lembrar que a certificação não é obrigatória, mas voluntária; entretanto, um crescente número de contratantes prefere o profissional detentor de credenciais, e portanto, fornecer credencial é um ótimo negócio.

De qualquer forma, o caminho do profissional de avaliação passa pela certificação e educação continuada. A ver os próximos passos, tanto lá, como cá.

 

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Atualização sobre avaliação econômica e cálculo do valor justo
72ª. edição – julho de 2018

Artigo de responsabilidade da Wulaia Consultoria*

 

Como estimar o valor terminal de uma empresa?

Recentemente, Cornell e Gerger publicaram um estudo sobre o cálculo do valor terminal em uma avaliação. O artigo foi publicado na Business Valuation Review 36 (4). Esse periódico é publicado trimestralmente pela American Society of Appraisers.

Atualização sobre avaliação econômica e cálculo do valor justo
71ª. edição – junho de 2018

Artigo de responsabilidade da Wulaia Consultoria*

Do Unlisted Targets Sell at Discounts?

Esse artigo foi escrito por Jaffe, Jindra, Pedersen e Voetmann e retoma uma discussão sobre a comparação entre o valor de uma transação envolvendo empresas de capital fechado e empresas de capital aberto. É razoável supor que empresas de capital fechado sejam transacionadas com valores inferiores a de empresas de capital aberto?

Qual a diferença entre um laudo de avaliação e um estudo de valor? E a diferença entre preço e valor? 

Um laudo de avaliação econômico-financeira, ou laudo de valor justo (laudo de avaliação), expressa o valor de um ativo e é elaborado para atender a um regulamento, legislação, norma etc.

estudo de valor é elaborado para atender ao interesse específico do comprador ou vendedor, como referência de valor para iniciar uma negociação.

preço é o montante final que as partes negociadoras utilizam para concluir uma transação. Portanto, o preço é único para o vendedor e comprador e é consequência de uma transação efetiva e concluída.

valor é subjetivo e não reflete nenhuma transação de compra e venda real. Representa um potencial do negócio considerando as premissas utilizadas em seu cálculo.

Leia mais em: https://professornews.com.br/gestao-empresarial/9737-atualizacao-sobre-avaliacao-economica-e-calculo-do-valor-justo-69-edicao.html 

 

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